André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra de sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A autorização ocorreu antes da votação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, atendendo a um pedido da Polícia Federal feito em janeiro de 2026.
Informações indicam que a PF solicitou a quebra de sigilos de Roberta Luchsinger e do filho do presidente Lula. A medida autorizada por Mendonça foi efetivada e os dados obtidos já estavam em posse da Polícia Federal desde o início de fevereiro.
A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger e de Lulinha em 26 de fevereiro. A votação ocorreu em um ambiente conturbado, com confrontos entre parlamentares e alegações de irregularidades durante a sessão.
Recentemente, o ministro Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger aprovada pela CPMI, após mandado de segurança apresentado por sua defesa. A decisão de Dino se aplica apenas às medidas da CPMI, enquanto a quebra de sigilos autorizada por Mendonça permanece válida nas investigações da Polícia Federal.

