O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, deve votar em julgamento de prisão de banqueiro e outros envolvidos em uma operação policial.
O julgamento está marcado para a Segunda Turma entre 13 e 20 de março. Até lá, pelo menos, o banqueiro deve ficar preso.
O ministro do STF, que é cunhado do banqueiro, se afastou do caso após a Polícia Federal pedir a sua suspeição. No entanto, ele não se declarou suspeito ou impedido, e sim simplesmente se afastou.
Uma nota conjunta assinada por todos os ministros da Corte declarou que não há suspeição e que reconhecem a plena validade dos atos praticados pelo ministro. Além disso, eles expressaram apoio pessoal ao ministro, respeitando a sua dignidade e a inexistência de suspeição ou impedimento.

