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Ministro do STF nega liberdade a Deolane Bezerra em caso de lavagem de dinheiro

Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, mantém prisão da influenciadora Deolane Bezerra, que está sob investigação por suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.

No último domingo, 24, o ministro Flávio Dino, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou não ter encontrado ‘manifesta ilegalidade’ na prisão da influenciadora Deolane Bezerra. Com isso, a decisão de não conceder liberdade à empresária foi mantida.

O ministro analisou uma reclamação da defesa de Deolane, que buscava a revogação da prisão preventiva, assim como a concessão de prisão domiciliar ou a aplicação de medidas cautelares alternativas. A influenciadora foi detida na quinta-feira, 21, em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Os investigadores justificaram a prisão preventiva com base na possibilidade de fuga, considerando que Deolane havia retornado ao Brasil na véspera da operação, após um período na Europa. Além disso, movimentações de familiares de Marcola, identificado como líder do PCC, foram citadas durante as investigações. O nome da influenciadora chegou a ser incluído na Difusão Vermelha da Interpol, que alerta sobre pessoas procuradas internacionalmente.

Deolane Bezerra nega as acusações e declara que recebeu R$ 24 mil por serviços prestados como advogada a facção. Em suas palavras, ela afirma que “a justiça vai ser feita”.

Na decisão, Flávio Dino destacou que o tipo de ação apresentada pela defesa não permite uma análise aprofundada sobre os fatos e provas relacionados à investigação. O ministro também observou que as instâncias inferiores ainda têm a possibilidade de avaliar o caso antes que o STF se manifeste.

“De qualquer maneira, ainda que superado referido óbice, não detecto manifesta ilegalidade ou teratologia hábil à concessão da ordem de habeas corpus de ofício”, relatou Dino em sua decisão. Ele acrescentou que, neste momento, conceder habeas corpus por iniciativa do STF significaria transpor etapas processuais que ainda estão em andamento.

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