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Ministro do Trabalho defende regulamentação de trabalho por aplicativo e fim da escala 6×1

Luiz Marinho enfatizou a necessidade de os deputados abordarem a regulamentação do trabalho por aplicativo e a PEC que visa acabar com a escala 6×1, durante ato em São Bernardo do Campo.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, fez um apelo ao Congresso Nacional para que os deputados abordem com seriedade a regulamentação do trabalho por aplicativo e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6×1. A declaração foi feita durante um ato das centrais sindicais em celebração ao Dia do Trabalho, realizado em São Bernardo do Campo, São Paulo.

Marinho destacou a importância de avançar nas discussões sobre as condições de trabalho dos brasileiros. Ele mencionou que, conforme o que foi dito por Guilherme Boulos, no próximo ano a expectativa é que o evento conte com uma participação ainda maior, celebrando o 1º de maio em um contexto que ofereça melhores condições de trabalho, superando a atual realidade da escala 6×1. "Esse é o recado importante", afirmou o ministro.

A ministra da Secretaria Geral da Presidência da República, Tebet, também se pronunciou sobre o assunto, afirmando que o Brasil não enfrentará crises com a implementação de uma nova estrutura de trabalho, assim como não ocorreu com a adoção de férias de 30 dias. Ela ressaltou que a mudança é crucial para garantir mais tempo livre aos trabalhadores.

Durante o evento, Guilherme Boulos, que compartilhou o palco com Marinho, também fez um discurso em defesa do fim da escala 6×1. Ele enfatizou que o presidente Lula enviou ao Congresso um projeto que visa acabar com essa prática no Brasil. Boulos convocou os trabalhadores a se mobilizarem para assegurar dois dias de descanso por semana, reiterando a necessidade de luta e mobilização para conquistar melhores condições de trabalho.

A discussão sobre a regulamentação do trabalho por aplicativo e a PEC que visa a alteração da escala de trabalho é um tema que vem ganhando destaque nas pautas do governo e das centrais sindicais, refletindo uma demanda crescente por condições de trabalho mais justas e equilibradas para os trabalhadores brasileiros.

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