O ministro Alexandre de Moraes rejeitou parte dos questionamentos da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre a perícia médica em andamento. O pedido estava relacionado à avaliação médica depois da transferência do ex-presidente ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O juiz considerou pelo menos cinco das solicitações feitas pelos advogados como “irrelevantes, impertinentes ou protelatórias”. A defesa de Bolsonaro nomeou um assistente técnico e apresentou diversos questionamentos à perícia médica.
A intenção é apurar se o estado de saúde do ex-presidente seria compatível com o encarceramento. Entre as questões que Moraes rejeitou estão aquelas que sugeriam avaliar se o ambiente prisional seria suficiente para o tratamento médico de Bolsonaro ou se o regime domiciliar seria o ideal para preservar sua saúde.
Com isso, a perícia seguirá apenas com as perguntas consideradas técnicas e pertinentes. O laudo médico servirá de subsídio para futuras decisões sobre as condições de cumprimento da pena.


