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Nelore Pintado: Além de Colorir o Pasto, Pinta o Lucro do Produtor

Variedade de pelagem que ganhou fama pela estética consolida espaço nas pistas e mostra que pode entregar produtividade, conversão e rentabilidade ao pecuarista de corte.
Montagem CompreRural — Foto: Montagem CompreRural

A variedade de pelagem do Nelore, que ganhou fama pela estética, está consolidando espaço nas pistas e avançando para os testes de eficiência alimentar. O Nelore é a base da pecuária de corte nacional, respondendo por mais de 80% do rebanho zebuíno brasileiro. Ele sustenta boa parte da competitividade da carne bovina do País nos mercados interno e externo.

O Nelore Pintado deixa de ser apenas uma curiosidade genética ou um nicho estético e passa a ocupar espaço estratégico dentro da cadeia produtiva. Trata-se de uma variedade de pelagem do próprio Nelore, mantendo a base racial e suas características produtivas, mas agregando um diferencial visual marcante. Animais pintados de preto, pintados de vermelho e até a variedade Baeta, em menor volume, são alguns exemplos.

A visibilidade da pelagem chamou atenção em exposições, redes sociais e leilões. Mas, para além do apelo visual, o que vem consolidando o crescimento da variedade é a comprovação de que o Pintado entrega desempenho — tanto nas pistas quanto a campo. A entrada consistente nas pistas de julgamento mudou o rumo da história, mostrando que o manejo de pista exige desempenho.

O desempenho morfológico foi o primeiro passo. Animais de determinadas linhagens passaram a se destacar pelo desenvolvimento, estrutura, aprumos e padrão racial, consolidando o Nelore Pintado como opção competitiva também no ambiente técnico das exposições. A grande virada está na evolução para critérios cada vez mais objetivos, com o avanço para programas de avaliação de desempenho e eficiência alimentar.

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