O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez uma declaração em resposta às recentes afirmações do senador Flávio Bolsonaro, revelando que tem enfrentado provocações constantes no âmbito político há cerca de três anos. Em um desabafo, o parlamentar mencionou que, embora tenha se mantido em silêncio por um longo período, chegou a um ponto em que é insustentável não se manifestar diante das tensões internas.
De acordo com Nikolas, não apenas ele, mas também aliados próximos enfrentam críticas e disputas que têm afetado o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele citou diversos integrantes da base aliada, afirmando que muitos têm sido vítimas de perseguições e cobranças em relação a suas posturas e ações no ambiente digital.
O deputado listou nomes como Bia, De Toni, Jordy, Gayer, Pavanato, Te atualizei, André Fernandes e Filipe Barros, ressaltando que esses parlamentares, que sempre estiveram na linha de frente na defesa da direita, estão sendo alvo de assédios contínuos. Segundo ele, essa situação compromete a própria base que o ex-presidente Bolsonaro estabeleceu.
Nikolas também enfatizou que o clima de rivalidade e desconfiança tem gerado um desgaste significativo entre os apoiadores da direita, tornando o ambiente político insuportável. Ele apontou que as acusações entre aliados têm aumentado, criando um cenário de conflito que ameaça a unidade do grupo.
Apesar de suas críticas, o deputado reafirmou seu apoio à possível candidatura de Flávio Bolsonaro, afirmando que pretende colaborar com o projeto político do grupo, mesmo que cada um tenha seu próprio estilo e suas funções. Ele negou qualquer intenção de ruptura e reafirmou seu compromisso em defender pautas que estejam alinhadas aos ideais do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nikolas Ferreira destacou que poucos têm a coragem de enfrentar as adversidades, e quando o fazem, acabam recebendo rótulos de “traidores”. Ao final de sua manifestação, ele pediu por pacificação entre os membros do grupo e reiterou que continuará apoiando a candidatura de Flávio Bolsonaro.

