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Nikolas Ferreira critica Lula e Janja durante ato em Minas Gerais

Em Patos de Minas, o deputado Nikolas Ferreira rebateu ofensas de Lula e Janja, afirmando que canalhas são aqueles presos por corrupção, como o filho do presidente. Ele se posicionou sobre as declarações de Lula a respeito de toques e defendeu seu trabalho em Minas Gerais.

O deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, reagiu na noite de ontem (29) a ataques feitos pelo presidente Lula e pela primeira-dama Janja durante um evento em Salvador, na Bahia. Lula havia se referido ao parlamentar como "canalha" e fez uma declaração controversa sobre o "toque". Janja também se manifestou, chamando Nikolas de "piá de bosta".

Durante o ato de campanha em Patos de Minas, Nikolas questionou as reações de Lula e argumentou que a ofensa proferida por Janja foi, em sua visão, um elogio. Em seu discurso, afirmou: "Canalha, Lula, é quem foi preso por corrupção. Canalha é seu filho, que roubou os aposentados. Canalha é quem aperta a mão de ditador. Canalha é quem está prometendo há 20 anos mudar este país".

O deputado continuou sua fala criticando Lula, mencionando: "Canalha é quem falou que mulheres aprendem a ser tocadas desde pequenas e não assume o que falou". Ele desafiou o presidente, perguntando o que havia feito para que um jovem de 30 anos, nascido em uma favela e atuando como deputado federal, conseguisse desestabilizá-lo. "Você sabe que o presente é seu, mas o futuro é nosso", finalizou Nikolas.

Além disso, o parlamentar se dirigiu diretamente à primeira-dama. "E, Janja, muito obrigado pelo teu ataque, que para mim é um elogio. E dá uma olhada no que esse ‘piá de bosta’ está fazendo em Minas Gerais", declarou. A provocação de Nikolas surge em um contexto em que Lula havia feito uma declaração na segunda-feira (28), onde comparou a aversão de homens a exames de toque com a experiência de mulheres, que, segundo ele, "aprendem a tomar toque desde pequenas".

Em resposta a essas falas, Nikolas divulgou um vídeo onde criticou as declarações de Lula, afirmando que sua reação era uma continuidade de sua postura política e de defesa de suas convicções. A relação entre os envolvidos se intensifica em meio a um cenário político acirrado, onde as trocas de ofensas e provocações se tornaram comuns, especialmente em períodos eleitorais.

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