Em 9 de março, celebra-se o aniversário de 250 anos da primeira publicação de 'A Riqueza das Nações', do filósofo escocês Adam Smith. Esta obra é considerada a base da economia moderna e busca responder porque algumas nações são ricas e outras são pobres. Smith argumenta que a verdadeira riqueza de uma nação não reside em metais preciosos, mas na capacidade de gerar bens e serviços úteis a partir do trabalho.
Smith critica o mercantilismo, que valorizava a acumulação de ouro e prata, e defende que a produtividade é influenciada pela qualidade das instituições, da educação e da liberdade econômica. Um conceito central de sua obra é a divisão do trabalho, que aumenta significativamente a produção quando as tarefas são especializadas. O exemplo da fábrica de alfinetes ilustra bem essa ideia.
A obra também apresenta uma visão realista da natureza humana, reconhecendo que as pessoas buscam seu próprio interesse. Essa busca individual, em um ambiente de concorrência, pode gerar benefícios coletivos, conceito que Smith denomina de

