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Oposição pede suspeição de Toffoli por ligação de familiares com o Master

Deputados e senadores da oposição defendem o impedimento ou suspeição do ministro Dias Toffoli

Deputados e senadores da oposição defendem o impedimento ou suspeição do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), no inquérito que investiga o Banco Master. A senadora Damares Alves afirmou que, diante das revelações, Toffoli deveria se afastar do caso “pela transparência das investigações”. Ela integra um grupo de parlamentares que defende a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso para apurar o episódio.

Um grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado acompanha as apurações sobre o Banco Master. O presidente do colegiado, Renan Calheiros, afirmou que prefere aguardar a definição de um plano de trabalho antes de avaliar as revelações. O deputado Carlos Jordy também defendeu o afastamento de Toffoli.

A posição não se restringe a opositores. O deputado Amom Mandel disse que a situação entre os irmãos de Toffoli é incompatível com padrões de imparcialidade e pediu que a CPI registre formalmente o risco de parcialidade. Já o deputado Duarte Jr, da base do governo, afirmou que a ligação entre familiares do magistrado e investigados caracteriza suspeição à luz do Código de Processo Civil.

A oposição considera que as revelações sobre a ligação de familiares de Toffoli com o Banco Master são graves e justificam a suspeição do ministro. A senadora Damares Alves declarou que já questionava decisões de Toffoli no caso e que, com as novas informações, considera “inconcebível” a permanência do ministro na relatoria.

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