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PF deflagra nova fase da operação que investiga ex-nora de Lula

A Polícia Federal deflagrou a terceira fase da Operação Coffee Break, que investiga a ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva

A Polícia Federal deflagrou a terceira fase da Operação Coffee Break, que investiga a ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Carla Ariane Trindade é suspeita de receber propinas do empresário André Gonçalves Mariano. A operação busca aprofundar as investigações sobre supostas fraudes em licitações de materiais didáticos em prefeituras do interior de São Paulo.

A PF cumpriu três mandados de busca e apreensão em São Paulo e executou medidas de constrição patrimonial. O esquema de corrupção e desvio de recursos da Educação opera desde, pelo menos, 2021. Agentes públicos, lobistas, doleiros e um empresário formaram uma “organização criminosa estruturada”, com atuação em diferentes prefeituras.

As investigações se concentram na empresa Life Tecnologia Educacional, que recebeu cerca de R$ 70 milhões para fornecer kits e livros escolares a três prefeituras. André Mariano, dono da Life, contratou Carla Ariane Trindade para obter vantagens no governo federal. A ex-nora do presidente atuou em Brasília para viabilizar a liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) à Life.

A PF também cita Kalil Bittar, ex-sócio de um dos filhos de Lula. Carla Ariane foi casada com Marcos Cláudio Lula da Silva, filho da ex-primeira-dama Marisa Letícia. Kalil Bittar é irmão de Fernando Bittar, proprietário do sítio de Atibaia investigado na Lava Jato, e foi sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na empresa Gamecorp.

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