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PF investiga aportes de R$ 2,5 bilhões ligados a Tanure no Banco Master

A Polícia Federal apura se aportes bilionários realizados por fundos ligados ao empresário Nelson Tanure tiveram como efeito prático a tomada de controle do Banco Master

A Polícia Federal (PF) apura se aportes bilionários realizados por fundos ligados ao empresário Nelson Tanure tiveram como efeito prático a tomada de controle do Banco Master. As informações revelam que fundos offshore associados a Tanure injetaram cerca de R$ 2,5 bilhões no banco por meio da compra de debêntures da Banvox.

A estrutura dessas debêntures permite a conversão da dívida em ações, mecanismo que teria garantido influência decisiva sobre o capital da instituição. A PF e o Ministério Público Federal (MPF) analisam documentos registrados na Junta Comercial de São Paulo (Jucesp).

Os registros mostram que o Master passou a adquirir participações em companhias nas quais Tanure tem interesse direto ou indireto, como Oncoclinicas, Alliança e Ambipar. A PF busca esclarecer quem exercia, na prática, o comando do Banco Master e quem responde pelas eventuais irregularidades financeiras identificadas no caso.

A investigação da PF indicam que o primeiro grande aporte ocorreu em dezembro de 2022, quando o Master possuía patrimônio estimado em R$ 600 milhões. A Banvox emitiu R$ 700 milhões em debêntures, adquiridas pelo fundo Estocolmo, ligado a Tanure, o que o colocou como principal financiador da empresa que capitalizou o banco.

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