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Piloto da Air Canada é acusado de operar com licença falsificada por 17 anos

Um piloto da Air Canada é acusado de ter atuado por 17 anos com uma licença de voo falsificada, realizando cerca de 900 voos comerciais. O caso foi descoberto após auditoria do Transporte Canadá, que agora investiga o ocorrido.

Um piloto da Air Canada enfrenta graves acusações de ter voado com uma licença de voo falsificada por um período de 17 anos. Durante esse tempo, ele teria realizado aproximadamente 900 voos comerciais, sem a certificação necessária exigida pelas autoridades canadenses para operar aeronaves de passageiros.

A denúncia surgiu após uma auditoria de rotina realizada pelo Transporte Canadá, órgão responsável pela regulamentação e segurança da aviação civil no país. A descoberta levantou preocupações sobre a segurança dos voos realizados pelo profissional.

Em resposta ao ocorrido, a Air Canada informou que o piloto foi imediatamente afastado de suas funções e que a companhia está colaborando de forma integral com as investigações em andamento. Detalhes sobre a identidade do piloto e os voos que ele comandou não foram divulgados pela empresa.

É importante ressaltar que as licenças de piloto são documentos oficiais, emitidos pelas autoridades de aviação civil, e devem ser renovadas periodicamente. Essa renovação inclui a realização de exames médicos e avaliações de proficiência.

O Transporte Canadá já iniciou uma investigação formal sobre o caso e poderá encaminhar o assunto ao Ministério Público para apuração de possíveis responsabilidades criminais. A falsificação de documentos aeronáuticos no Canadá pode acarretar penas que chegam a cinco anos de prisão.

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