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Presidente da Colômbia destaca influência de Bolsonaro no combate ao crime

Abelardo de la Espriella, presidente da Colômbia, elogia Jair Bolsonaro como inspiração para sua luta contra o crime organizado, em live com Flávio Bolsonaro.

Na quarta-feira (7), durante uma transmissão ao vivo com Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, o presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, declarou que Jair Bolsonaro foi uma de suas principais referências na luta contra o terrorismo e o crime organizado. Espriella afirmou que se comprometeu a combater o crime com total determinação, assim como o ex-presidente brasileiro fez em sua campanha.

A segurança pública, Segundo Espriella, é um dos maiores desafios enfrentados por Colômbia e Brasil, e ele defendeu a necessidade de uma atuação conjunta entre os governos da região para enfrentar o narcotráfico e a criminalidade. Flávio Bolsonaro, que terminou o primeiro turno da eleição presidencial à frente do Presidente Lula, destacou que o combate ao crime organizado será uma de suas prioridades em um possível governo.

Durante a live, Flávio anunciou a intenção de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Ele também se comprometeu a criar 500 mil novas vagas no sistema prisional e a buscar mudanças na legislação penal com o apoio do Congresso.

Espriella já havia manifestado apoio a Flávio Bolsonaro nas eleições brasileiras. Na conversa, o candidato do PL convidou o presidente colombiano para sua possível posse, agendada para 6 de janeiro de 2027. Embora Espriella não tenha confirmado sua presença, ele expressou o desejo de realizar uma reunião bilateral com o novo governo brasileiro.

"Eu lhe espero aqui e faremos uma reunião bilateral, em que vamos estreitar os laços entre dois países que são irmãos e vão fazer uma luta decidida contra o narcotráfico e a insegurança", afirmou o presidente colombiano.

Abelardo de la Espriella foi eleito presidente da Colômbia em agosto deste ano, derrotando Iván Cepeda, que contava com o apoio do ex-presidente Gustavo Petro.

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