A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou oficialmente em oposição à prisão domiciliar para o ex-presidente. A posição foi adotada após decisão sobre pedido da Polícia Federal investigando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Toffoli.
O texto destaca a análise feita pelo ministro Fachin, que avalia o pedido de investigação para Toffoli. Também menciona que o caso conhecido como Master coloca o ministro Mendonça em situação de teste crucial. A PGR não detalhou os motivos da contestação ao benefício, mas a decisão de Fachin será determinante para o andamento do processo.
A postagem ainda aborda críticas à atuação de Alexandre de Moraes, com questionamentos sobre transparência e práticas autoritárias. O material lista os três temas como atualizados recentemente, sem precisar datas ou contextos adicionais. Fachin é o responsável pela investigação e deve definir os próximos passos.
O ex-presidente citado no material não teve prisão preventiva deferida, mas a PGR argumenta contra a modalidade domiciliar. A decisão faz parte de uma série de investigações e medidas em curso no Judiciário brasileiro.

