Zema, Cury, Renan e Caiado fizeram parte da opoisção à Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) –
Com a confirmação do segundo turno presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os candidatos derrotados da primeira etapa do pleito começaram a definir os posicionamentos para a sequência da disputa.
Flávio saiu na frente com 47,03% dos votos, enquanto Lula conquistou 45,16%.
Romeu Zema (Novo)
O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência reafirmou a postura de oposição ao PT. Na declaração concedida durante a apuração do primeiro turno, Zema afirmou que, “onde tiver PT”, ele e seu partido serão “do outro lado”.
Embora houvesse expectativa em relação ao anúncio formal de apoio a Flávio Bolsonaro, o candidato do Novo não citou nominalmente o senador do PL na primeira manifestação pública.
Na ocasião, Zema destacou que a prioridade do partido no pleito foi o cumprimento da cláusula de barreira para garantir prerrogativas e recursos na próxima legislatura.
Zema teve 0,27% dos votos (326.488) | Foto: Divulgação.
Augusto Cury (Avante)
O escritor e candidato pelo Avante declarou que não apoiará nenhum postulante no segundo turno e que manterá a neutralidade.
Cury afirmou que vai se “silenciar completamente” em relação as dois nomes que avançaram na disputa, além de acrescentar que suas propostas de governo continuam à disposição para quem desejar aproveitá-las.
Além disso, o escritor ressaltou que ninguém está autorizado a utilizar seu nome ou o de seu candidato a vice-presidente para declarar apoio a qualquer um dos lados. Cury indicou ainda que não pretende dar continuidade à carreira política e descartou assumir cargos ministeriais em um futuro governo.
Cury foi o 3º colocado nesta eleição com 2,89% dos votos (2.448.569) | Foto: Divulgação.
Renan Santos (Missão)
O postulante do partido Missão anunciou que não fará campanha para nenhum candidato e tampouco para o voto nulo. Ao comentar o resultado das urnas, afirmou que não faria diferença se engajar na etapa final e orientou seus eleitores a agirem como preferirem.
Renan avaliou que o cenário desenhado pelas urnas indica favorecimento ao candidato do PL no segundo turno. Apesar de criticar o resultado do pleito, o candidato afirmou que não deixará a atuação política e que pretende dar sequência à construção do seu partido para as próximas eleições.
Renan Santos garantiu 2,24% dos votos (2.675.887) | Foto: Divulgação.
Ronaldo Caiado (PSD)
Quinto colocado na corrida presidencial, o ex-governador de Goiás informou que passará por alinhamento intenrno antes de formalizar qualquer posição. Caiado declarou que pretende manter sua coerência política, mas ponderou que só anunciará uma decisão após se reunir com Gilberto Kassab.
O político goiano destacou o agradecimento ao partido pela oportunidade de disputar o Palácio do Planalto e indicou que, independentemente do desfecho nacional, continuará a acompanhar a política regional em apoio ao governo de Goiás.
Caiado somou 2.605.148 votos da população brasileira (2,18%) | Foto: Divulgação.
Confira um resumo da notícia:
Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente de Lula: O candidato do PL teve 47,03% dos votos, contra 45,16% do presidente Lula. Com a definição do segundo turno, os candidatos derrotados começaram a indicar seus posicionamentos.
Zema mantém oposição ao PT, enquanto Cury e Renan optam pela neutralidade: Romeu Zema afirmou que seguirá fazendo oposição ao PT, mas não declarou apoio nominal a Flávio. Augusto Cury anunciou neutralidade e disse que não apoiará nenhum dos candidatos. Renan Santos também não fará campanha e deixou os eleitores livres para decidir.
Caiado ainda não definiu apoio: Quinto colocado na disputa, Ronaldo Caiado afirmou que fará um alinhamento interno antes de anunciar sua posição. O ex-governador de Goiás pretende conversar com Gilberto Kassab antes de tomar uma decisão.
Com informações de CNN Brasil.
Fonte:A Rede PG

