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Reino Unido reexamina decisão de mulher que se juntou ao Estado Islâmico

Justiça do Reino Unido determina reavaliação da decisão que impede mulher de retornar ao país após se associar ao grupo extremista.

A Justiça do Reino Unido determinou que o governo britânico reavalie a decisão que impede uma mulher de retornar ao país depois dela ter viajado para a Síria e se associar ao grupo extremista Islamic State of Iraq and the Levant, mais conhecido como a organização terrorista Estado Islâmico.

Identificada apenas como “T7”, a mulher foi considerada pelo serviço de segurança local, o MI5, como uma participante “ativa e voluntária” na decisão de se mudar para a Síria com o marido em 2014. Ela se alinhou ao Estado Islâmico depois de chegar ao país e acabou gravemente ferida em um ataque aéreo.

Apesar de o governo afirmar que T7 representa risco à segurança nacional, juízes da Comissão Especial de Apelações de Imigração concluíram que a decisão que negou sua volta ao Reino Unido teve fundamentação insuficiente e precisa ser reconsiderada pela atual ministra do Interior, Shabana Mahmood.

A cidadania britânica da mulher foi revogada em 2017. Desde então, com apoio de familiares que vivem no Reino Unido, ela tenta na Justiça autorização para retornar ao país. Em decisão anterior, a então ministra do Interior Yvette Cooper havia negado o pedido, alegando risco à segurança nacional.

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