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Renan Santos celebra decisão do STF sobre afastamento de Andrei Rodrigues da PF

O candidato à presidência, Renan Santos, expressou satisfação com a decisão do STF que afastou Andrei Rodrigues da direção da Polícia Federal, levantando questões sobre a proteção de aliados políticos.

O candidato à Presidência da República, Renan Santos, manifestou sua alegria nesta terça-feira, 8, em relação ao afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal, uma decisão tomada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em um vídeo divulgado por sua assessoria, Renan Santos comentou que a situação deveria ser uma preocupação tanto para os apoiadores do governo atual quanto para aqueles que estiveram ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, Flávio Bolsonaro. Em suas palavras, ele questionou a razão da comemoração entre os bolsonaristas, apontando que a queda de Rodrigues se relacionava a suas ligações com o empresário Daniel Vorcaro.

Renan criticou ainda a forma como apoiadores de Lula e Bolsonaro lidam com o caso, sugerindo que ambos os lados estão mais focados em proteger seus aliados do que em buscar a verdade. Ele afirmou que essa situação demonstra uma preocupação em defender os "ladrões de estimação" de cada grupo político.

Em uma entrevista posterior, o candidato mencionou que, caso seja eleito, sua proposta inclui a retomada da prisão após condenação em segunda instância. Para Renan, essa medida é essencial para evitar a impunidade entre políticos e autoridades.

A decisão de André Mendonça sobre Andrei Rodrigues foi acompanhada do afastamento do diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada. O ministro destacou que Rodrigues já estava sob monitoramento pela Polícia Federal há mais de 30 dias.

Além do afastamento, Mendonça ordenou que a Corregedoria da PF abra procedimentos de natureza penal e administrativa para investigar a conduta de Andrei Rodrigues. O ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, havia mencionado Rodrigues em mensagens enviadas ao ministro Alexandre de Moraes, reveladas na semana anterior.

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