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Safra de café: Uso de biológicos impulsiona retomada de 70,7 milhões de sacas

O uso de biológicos no café é decisivo para a safra de 70,7 milhões de sacas
Cafezal bem nutrido — Foto: Foto: Divulgação

A cafeicultura brasileira vive um momento de otimismo e recuperação técnica. Dados recentes projetam que o Brasil deve colher 70,7 milhões de sacas no ciclo atual, registrando um crescimento expressivo de 13,5% em comparação à safra anterior. No entanto, por trás desse volume, há um fator determinante além do clima: o uso de biológicos no café, que tem garantido maior resiliência fisiológica às plantas.

O uso de biológicos no café atua diretamente no ambiente radicular e no metabolismo vegetal. Tecnicamente, esses insumos promovem a indução de fitormônios naturais — como auxinas, citocininas e giberelinas — que são essenciais para o crescimento. As fases mais críticas para essa aplicação são o pós-colheita, a florada e o enchimento de grãos.

Os biológicos ativam mecanismos de defesa e tolerância ao estresse abiótico. Isso permite uma maior eficiência na absorção de água e nutrientes, vital para mitigar efeitos de seca e altas temperaturas. Além disso, o uso de biológicos no café funciona como um catalisador para os fertilizantes químicos, aumentando a eficiência econômica.

O resultado é uma bebida mais limpa, com maior doçura e melhor classificação de peneira, fatores que valorizam a saca na hora da comercialização. Com metabolismo mais equilibrado, o cafeeiro direciona melhor os fotossintetos, melhorando a qualidade da bebida e o retorno sobre investimento (ROI) para os produtores.

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