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São Paulo busca novo treinador após saída de Roger Machado

Após a demissão de Roger Machado, o São Paulo inicia a busca por um novo técnico. Entre os nomes cogitados estão Dorival Júnior e Juan Pablo Vojvoda, com desafios e oportunidades em vista.

Na noite de quarta-feira (13), o São Paulo anunciou a demissão do treinador Roger Machado, após a eliminação da equipe na Copa do Brasil para o Juventude. Com essa mudança, o Tricolor Paulista já começa a explorar opções no mercado para encontrar um novo comandante.

Um dos nomes que ganhou destaque nos bastidores é o de Dorival Júnior, que já foi um dos favoritos da torcida durante sua passagem anterior pelo clube, onde conquistou a Copa do Brasil. Contudo, um áudio vazado entre Harry Massis, presidente do São Paulo, e Osmar Stabile, ex-Corinthians, trouxe à tona a falta de recursos financeiros para a contratação de Dorival, que teria um salário em torno de R$ 3 milhões mensais.

Outro técnico considerado é Juan Pablo Vojvoda, que recentemente deixou o comando do Santos, onde foi demitido após resultados insatisfatórios. O argentino, que teve uma passagem duradoura pelo Fortaleza, é visto como um bom profissional, mas pode enfrentar dificuldades devido ao imediatismo exigido pelo São Paulo. Vojvoda costuma ter um desempenho melhor em projetos de médio prazo, o que pode ser um desafio em sua possível relação com o clube.

Tite, que está livre no mercado desde março após deixar o Cruzeiro, também é cogitado. O treinador, acostumado a trabalhar sob pressão, poderia trazer uma nova perspectiva ao São Paulo, embora tenha expressado interesse por projetos no futebol europeu ou no Oriente Médio, o que pode dificultar uma negociação.

Filipe Luís, que teve uma passagem notável pelo Flamengo, também é uma opção, mas sua carreira como treinador é curta. Embora tenha conquistado títulos, ele foi demitido após algumas derrotas em finais importantes. Sua alta pedida salarial e o interesse do futebol europeu podem complicar sua possível contratação pelo São Paulo.

Por fim, um nome que pode ser considerado é o de um treinador argentino que foi demitido do Atlético Mineiro em fevereiro deste ano. Ele não assumiu outro clube desde então, mas seu histórico de conflitos internos e altos salários pode ser um fator contra sua contratação.

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