O senador Flávio Bolsonaro manifestou seu pesar pela morte do Copiloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, confirmada no último domingo, 17. O policial estava internado desde março de 2025, após ter sido baleado na cabeça durante uma operação na Vila Aliança, localizada em Bangu, na zona oeste da cidade.
Em uma publicação nas redes sociais, Flávio expressou sua tristeza ao receber a notícia e ofereceu condolências à família e aos colegas do agente. "Neste momento de dor, expresso minha solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda desse guerreiro, que dedicou sua vida à missão de proteger a população fluminense", comentou o senador. Ele ainda desejou que "Deus conforte o coração de todos os familiares, especialmente de sua mulher, e dê força aos amigos e à corporação neste momento tão difícil".
A comunicação sobre a morte também foi feita pela família do policial em suas redes sociais. Em uma mensagem de despedida, os parentes descreveram Felipe como "um guerreiro do início ao fim" e expressaram sua gratidão pela força e amor que ele deixou em suas vidas. "Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido", escreveram.
Felipe Marques Monteiro fazia parte da equipe aérea da Polícia Civil e foi baleado no dia 20 de março de 2025, enquanto participava de uma operação de apoio à Operação Torniquete, que visava capturar uma quadrilha especializada em roubos de vans na zona oeste do Rio de Janeiro. As investigações apontam que esse grupo criminoso causou um prejuízo superior a R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico apenas em 2024.
O agente foi atingido por um disparo de fuzil dentro da aeronave. Conforme os médicos que o atenderam, ele passou por um longo período de coma e diversas cirurgias neurológicas devido aos danos graves na região craniana. Felipe recebeu alta hospitalar em dezembro do ano anterior para iniciar um processo de reabilitação, mas seu estado de saúde se deteriorou nos meses seguintes, culminando na confirmação de sua morte neste domingo.

