Durante um ato de filiação ao Partido Liberal (PL), o senador Sergio Moro declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "foi eleito entre aspas" em 2022. Para o parlamentar, Lula "está do lado dos criminosos e minimiza o crime a todo momento". Moro ressaltou que o presidente foi eleito "em cima de uma mentira: a de que seria inocente", afirmando que ele nunca foi inocentado pelo Supremo Tribunal Federal e que foi condenado em várias instâncias.
Moro criticou a situação moral do país, afirmando que essa "grande mentira" levou à destruição da espinha moral do Brasil. Ele mencionou o roubo do INSS, descrito como "a coisa mais vergonhosa que já aconteceu na história do nosso país", e comparou a situação ao roubo da Petrobras.
O senador, que é membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, também comentou sobre as suspeitas envolvendo Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho de Lula, em relação a fraudes no INSS.
Moro deixou o União Brasil devido à resistência do PP paranaense à sua pré-candidatura ao governo do Paraná. O apoio do presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, ao líder do partido no Paraná, Ricardo Barros, dificultou a candidatura do senador. Sua mudança para o PL pode abrir espaço para Edson Vasconcelos ser escolhido como vice na chapa. Levantamento da Paraná Pesquisas indica que Moro lidera as intenções de voto para o governo do Paraná em diversos cenários.

