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STF impõe limites a penduricalhos e prevê economia de R$ 7,3 bilhões anuais

O Supremo Tribunal Federal decide limitar verbas extras para magistrados e integrantes do MP, com economia estimada em R$ 7,3 bilhões por ano.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu limitar as verbas remuneratórias, conhecidas como "penduricalhos", pagas a magistrados e integrantes do Ministério Público (MP). A economia com esses pagamentos é avaliada em R$ 7,3 bilhões ao ano.

A nova tese aprovada proíbe remunerações como auxílio moradia, alimentação e vale natalinos, além de outras verbas não previstas. Essa decisão tem repercussão geral e se aplica a todo o Judiciário, sem alterar as condições de remuneração dos ministros do Supremo.

O plenário acolheu um voto conjunto dos ministros relatores, que inclui Gilmar Mendes, Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin. A proposta foi aceita por todos os ministros da Corte e reafirma o teto constitucional de R$ 46 mil.

O STF permitiu algumas verbas, como parcelas por tempo de antiguidade, diárias, gratificações em comarcas de difícil provimento e indenizações de férias não usadas. O ministro Gilmar Mendes classificou a criação de verbas não previstas como ilegal e manobras "criativas". Edson Fachin afirmou que as regras terão validade até nova norma do Congresso Nacional.

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