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Suspeito de ataque em Washington mirava membros do governo Trump

Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi preso após disparos em hotel onde acontecia evento da Casa Branca. Procurador-geral dos EUA afirma que ele tinha como alvo autoridades ligadas à administração Trump.

Na noite de ontem (25), a Polícia de Washington deteve um atirador que abriu fogo no lobby de um hotel durante um jantar promovido pela Casa Branca. O procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, revelou que o suspeito tinha como alvo membros do governo Trump.

Blanche, em entrevista ao canal de televisão CNN, destacou que a investigação está em andamento para compreender as motivações do ataque. "Ainda estamos tentando entender um motivo. Da nossa investigação preliminar, parece que o suspeito visava membros do governo", afirmou o procurador.

O indivíduo preso foi identificado como Cole Tomas Allen, um homem de 31 anos oriundo de Torrance, na Califórnia. Ele tentou acessar o salão onde ocorria o tradicional Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, evento que contou com a presença do ex-presidente Donald Trump e da primeira-dama Melania Trump, ambos evacuados após os tiros.

Durante a ação policial, foram encontrados Com Allen uma escopeta, um revólver e várias facas. O Serviço Secreto, responsável pela segurança do evento, deu início a uma série de mandados de busca tanto em Washington quanto na cidade natal do suspeito. A investigação busca coletar informações de pessoas que conhecem Allen.

Os indícios sugerem que Allen pode ter viajado de Los Angeles a Chicago, com destino final a Washington, onde estava hospedado no hotel em que ocorreu o ataque. O procurador-geral mencionou que o suspeito adquiriu as armas de fogo nos últimos dois anos e que continua sem cooperar com as autoridades.

Blanche expressou a expectativa de que Allen enfrente acusações em tribunal federal, com a possibilidade de mais acusações surgirem à medida que a investigação avança. "Espero que ele seja acusado no tribunal federal com duas acusações em uma queixa. Ele não está cooperando no momento", acrescentou o procurador, destacando a necessidade de entender melhor as razões que levaram ao ataque.

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