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Tecnologias biológicas combatem a cigarrinha-do-milho

Bioinsumos com múltiplos modos de ação ajudam a evitar resistência e elevam a sanidade da lavoura
Cigarrinha do milho — Foto: Cigarrinha do milho

A cigarrinha-do-milho é um desafio para a produtividade e exige manejo integrado. Bioinsumos com múltiplos modos de ação ajudam a evitar resistência. A cigarrinha-do-milho pode causar a doença do enfezamento em qualquer estágio vegetativo do milho, e um único inseto portador do vírus é capaz de causar o enfezamento em mais de uma planta.

O controle da cigarrinha-do-milho envolve o Manejo Integrado de Pragas (MIP), incluindo o químico, o biológico, o varietal e o cultural. O bioinseticida Biokato oferece vantagens, como a capacidade de evitar resistência, já que atua por múltiplos mecanismos, como contato e ingestão.

O Biokato possui dois modos de ação: infecção por contato e infecção por ingestão. Na infecção por contato, a cigarrinha recebe aplicação direta ou caminha sobre as folhas do milho que foram tratadas, causando paralisia e morte. Quando há infecção por ingestão, o inseto absorve os compostos ao se alimentar da seiva e desenvolve um quadro de anemia.

A BIOTROP atua na vanguarda das soluções biológicas e naturais para o agronegócio, com foco em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que impulsionam uma agricultura sustentável, produtiva e rentável. A empresa oferece as melhores soluções biológicas e naturais ao mercado, com distribuidores parceiros em vários países.

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