Na noite deste sábado (23), um tiroteio nas redondezas da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos em Washington, resultou na morte de um atirador e deixou uma pessoa ferida. O presidente Donald Trump estava na Casa Branca durante o incidente, que ocorreu pouco depois das 18h, horário local, ou 19h no horário de Brasília.
O atirador, identificado como Nasire Best, de 21 anos, já havia sido preso anteriormente, em julho de 2025, após tentar entrar em um posto de controle da Casa Branca sem autorização. Naquela ocasião, ele não obedeceu às ordens dos policiais, afirmou ser Jesus Cristo e expressou o desejo de ser preso. Durante o tiroteio, Best foi baleado por agentes do Serviço Secreto e, posteriormente, levado ao hospital, onde não resistiu aos ferimentos.
Até o momento, não há informações sobre a condição do pedestre que foi ferido no incidente. Testemunhas e jornalistas que se encontravam nas proximidades relataram ter ouvido uma sequência de disparos, estimando entre 15 e 30 tiros, conforme reportado pela emissora CBS. Os jornalistas foram orientados a buscar abrigo em uma sala de coletivas de imprensa, onde o Serviço Secreto bloqueou as saídas.
Selina Wang, repórter da ABC News, estava gravando um vídeo no gramado norte da Casa Branca e descreveu a situação, afirmando que os tiros soaram como dezenas de disparos. Ela relatou que foi instruída a correr para a sala de imprensa durante o tiroteio.
Após o incidente, Donald Trump agradeceu em suas redes sociais ao Serviço Secreto e às Forças Policiais pela rápida resposta ao ataque. Em sua publicação na rede social Truth Social, o presidente elogiou a atuação dos agentes e afirmou que o atirador possuía um “histórico de violência” e parecia “obcecado” pela Casa Branca. A mensagem de Trump foi repostada pelo perfil oficial da Casa Branca no X.
Este trágico evento destaca a crescente preocupação com a segurança em torno da Casa Branca, especialmente considerando a presença de líderes políticos e a necessidade de proteção em situações de risco.

