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Venezuela: A Guerra Contra o Chavismo Não Terminou

Eduardo Bittar, que vivenciou a ascensão do chavismo, afirma que a guerra contra o chavismo continua

Eduardo Bittar tinha 5 anos quando o chavismo deu as caras pela primeira vez na Venezuela. O menino dormia tranquilamente naquela madrugada de 4 de fevereiro de 1992, quando integrantes do Movimento Bolivariano Revolucionário-200 invadiram diversas instalações militares e o Palácio Miraflores, em Caracas.

A tentativa de golpe foi frustrada e Chávez foi preso, mas conseguiu assumir o poder democraticamente em fevereiro de 1999. Eduardo, então com 10 anos, passou a analisar melhor a política venezuelana e viu nos anos subsequentes famílias sendo destruídas, artistas deixando o país e a economia sendo dilacerada.

Eduardo foi espancado por 20 alunos chavistas por se manifestar contra a ditadura e precisou deixar o país em 2017, quando foi acusado pelo regime bolivariano de terrorismo. Atualmente, viaja por vários lugares para dar palestras sobre as consequências da ditadura e se prepara para voltar à Venezuela e se candidatar à Presidência do país.

A ditadura na Venezuela não foi derrotada e a guerra contra o chavismo continua, . O regime trabalha para consolidar um modelo igual ao cubano e os integrantes da ditadura não estão dispostos a sair, afirma ele.

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