O Ministério das Relações Exteriores da República Tcheca informou a libertação de um cidadão do país que estava preso na Venezuela desde setembro de 2024. Autoridades venezuelanas acusaram o homem de participar de um suposto plano para assassinar o presidente Nicolás Maduro. Jan Darmovzal, de 35 anos, estava detido junto com cidadãos dos Estados Unidos e da Espanha.
As autoridades venezuelanas libertaram os espanhóis José María Basoa e Andrés Martínez Adasme nesta semana. O regime já havia liberado ao menos dois norte-americanos em momentos anteriores. O chanceler tcheco, Petr Macinka, afirmou que o governo conversou com a Venezuela por semanas para garantir a soltura.
Venezuela prendeu outros estrangeiros após as eleições presidenciais realizadas em julho de 2024. Na ocasião, o governo anunciou a apreensão de cerca de 400 fuzis e sustentou a existência de uma conspiração com participação internacional. Além do cidadão tcheco, a chancelaria da República Tcheca informou que a Venezuela também libertou pessoas da Albânia, Alemanha, Irlanda, Países Baixos, Romênia e Ucrânia.
Todos estavam presos no mesmo contexto político. O governo tcheco enviou um avião para levar os prisioneiros libertados de volta para casa. A libertação de Darmovzal é um resultado das negociações intensas entre o governo tcheco e a Venezuela.


