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Vini Jr. relata ataques racistas e investigações prosseguem no futebol europeu

O atacante Vini Jr. afirma ter sofrido racismo mais de 20 vezes. A UEFA abriu investigação após ofensas durante partida entre Real Madrid e Benfica.

Vini Jr., atacante do Real Madrid, afirmou ter sido alvo de racismo em mais de 20 ocasiões ao longo de suas oito temporadas no clube. Os ataques ao jogador refletem um problema mais amplo de baixa responsabilização no futebol europeu. Recentemente, a Procuradoria-Geral da Espanha arquivou diversas denúncias da LaLiga, inclusive em casos que envolvem ofensas direcionadas ao brasileiro em jogos contra Barcelona, Mallorca e Atlético de Madrid.

O último episódio ocorreu no dia 17, durante o jogo entre Real Madrid e Benfica, na Champions League, em Lisboa. A UEFA anunciou a abertura de uma investigação após Vini Jr. relatar que o meia Gianluca Prestianni, do Benfica, teria proferido ofensas racistas contra ele. O jogador francês Kylian Mbappé, companheiro de Vini Jr., corroborou a acusação, afirmando ter ouvido pelo menos cinco insultos durante a partida.

Mbappé ainda destacou que Prestianni cobriu a boca com a camisa ao fazer as ofensas, tentando evitar que as câmeras registrassem a ação. O jogador argentino nega as acusações feitas contra ele.

No contexto do Direito Internacional, o racismo é proibido por tratados de direitos humanos que obrigam os países a combater práticas discriminatórias. A legislação antirracista na Europa pode resultar em punições tanto penais quanto administrativas. Com relação ao caso, ele deverá ser investigado em Portugal, local onde os fatos aconteceram, respeitando as normas legais locais.

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