As Forças de Defesa de Israel (FDI) admitiram a autenticidade de uma imagem que retrata um soldado do exército israelense danificando uma estátua de Jesus Cristo localizada no sul do Líbano. No último domingo, dia 19, a cúpula militar classificou o incidente como "extremamente grave", ressaltando que tal comportamento não condiz com os valores esperados das tropas. Em resposta, foram prometidas punições imediatas aos responsáveis.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se manifestou sobre o ocorrido, condenando o ato "nos termos mais fortes" e expressando sua tristeza em relação ao vandalismo. Netanyahu enfatizou que, Como Estado judeu, Israel valoriza os princípios de tolerância e respeito mútuo entre as diferentes crenças. Ele também destacou que Israel é o único país no Oriente Médio onde a população cristã apresenta crescimento e desfruta de liberdade religiosa plena.
O Comando Norte de Israel já deu início a uma investigação para identificar todos os envolvidos na depredação. Em nota oficial, o exército informou que aplicará medidas disciplinares assim que a apuração dos fatos for concluída. Além das sanções, os militares estão se mobilizando para auxiliar na restauração e recolocação da imagem de Cristo em seu local original.
O porta-voz internacional das FDI, Nadav Shoshani, inicialmente duvidou da veracidade da imagem quando ela começou a circular nas redes sociais, mas posteriormente confirmou a autenticidade do crime após uma análise interna. O exército reafirmou que sua missão no Líbano se concentra no desmantelamento da infraestrutura do grupo terrorista Hezbollah, esclarecendo que não há intenção de atacar edifícios religiosos ou monumentos sagrados.
A divulgação da fotografia do ato de vandalismo gerou repercussão internacional e resultou em um desgaste diplomático imediato para o governo de Netanyahu, que busca evitar conflitos com comunidades religiosas em meio ao atual cenário de guerra. O comando militar assegurou que o caso está sendo tratado com máxima prioridade pelas autoridades das forças armadas.
Atualmente, Israel realiza operações terrestres no sul do Líbano com o objetivo de eliminar bases de lançamento de mísseis que ameaçam suas cidades. A destruição da estátua ocorreu em uma das frentes avançadas da infantaria. Com novas diretrizes em vigor, os oficiais receberam instruções para intensificar a vigilância sobre a conduta das tropas em relação ao patrimônio cultural e religioso da região.

