Na noite desta quarta-feira, 29, a atmosfera no Senado da República foi marcada por celebrações entre os membros da oposição após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciar a votação que rejeitou o nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O resultado foi de 42 votos contra e 34 a favor da indicação, gerando reações entusiásticas entre os parlamentares conservadores.
Um dos vídeos que se destacaram nas redes sociais foi publicado pelo deputado federal Marcel van Hattem (Novo/RS) por volta das 20h. Com quase oito minutos de duração, o conteúdo mostra imagens e depoimentos de diversas lideranças da ala conservadora, que comemoraram o desfecho da votação. Hattem começou o vídeo afirmando: "Foi-se o motoboy da Dilma [Rousseff]", referindo-se a Messias, que atuou como assistente jurídico durante o governo da ex-presidente petista.
Em seu registro, Hattem destacou a presença de figuras importantes, como o senador Sergio Moro (PL/PR), que foi chamado pelo deputado. No final do vídeo, Hattem se referiu a Moro como “futuro governador do Paraná”. Outro senador que se destacou foi Hamilton Mourão (Republicanos/RS), que exclamou: “Uma porrada histórica!” A participação de Rogério Marinho (PL/RN) também foi notável, evidenciando sua influência durante a sabatina de Messias.
A lista de senadores que se juntaram às comemorações continuou a crescer, com a chegada de Luis Carlos Heinze (PP/RS), Jorge Seif (PL/SC), Mago Malta (PL/ES) e Marcos Do Val (Podemos/ES). Entre os deputados, Hattem conseguiu captar as opiniões de Luiz Lima (PL/RJ), Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do Partido Liberal na Câmara, e do deputado Mário Frias (PL/SP). Gustavo Gayer (PL/GO) também foi visto celebrando junto ao grupo.
O vídeo não apenas registrou discursos breves, mas também capturou a euforia dos parlamentares, que frequentemente gritavam “fora Lula”. No fechamento do vídeo, Hattem expressou suas expectativas em relação ao Senado, afirmando: “Era o que esperávamos do Senado da República, de quem agora esperamos a abertura do impeachment de ministros do STF.”

