O secretário de Estado não se limitou a uma condenação protocolar. Ele enfatizou que a repressão demonstra a hostilidade do PCC contra cristãos que se recusam a aceitar a interferência do partido em suas práticas de fé, optando por cultuar em igrejas domésticas não registradas. Rubio caracterizou a situação como uma perseguição religiosa de Estado, não apenas uma questão jurídica interna da China.
O senador Ted Cruz também se juntou ao coro de vozes que defendem a Igreja Zion. “Precisamos deixar claro para o PCC que a perseguição aos cristãos e outras pessoas de fé deve parar, e que Os Estados Unidos usarão todas as ferramentas, diplomáticas e econômicas, para responsabilizar os funcionários comunistas chineses”, declarou Cruz.
Além disso, o ex-vice-presidente Mike Pence e o ex-secretário de Estado Mike Pompeo manifestaram suas condenações em relação às prisões. Essas declarações refletem uma preocupação crescente entre os líderes dos Estados Unidos sobre a situação dos direitos humanos na China.
Em resposta, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou desconhecer os casos de prisão e alegou que “o governo chinês administra os assuntos religiosos de acordo com a lei e protege a liberdade religiosa dos cidadãos.” Essa resposta segue o padrão geralmente adotado pelo regime chinês diante de críticas internacionais sobre a perseguição religiosa, que envolve negação de acusações, invocação de soberania e encerramento do assunto.

