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Crescimento do PIB brasileiro atinge 0,5% no segundo trimestre de 2026

O Produto Interno Bruto do Brasil apresentou um crescimento de 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação ao primeiro trimestre, com alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o IBGE.

A economia brasileira registrou um crescimento de 0,5% no segundo trimestre de 2026 em relação ao primeiro trimestre. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou uma alta de 2%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última terça-feira, 1º de setembro.

O PIB alcançou R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre e, no acumulado do ano, a economia cresceu 1,9% em comparação à primeira metade de 2025. As previsões do boletim Focus, realizado pelo Banco Central, indicam que o PIB deve crescer 1,92% ao final de 2026.

O cálculo do PIB pode ser feito pela ótica da produção, que analisa o desempenho das atividades econômicas, ou pela ótica do consumo, que considera gastos e investimentos. Na perspectiva da produção, o setor agropecuário se destacou, registrando uma variação positiva de 2,8% entre os trimestres, enquanto no acumulado de 12 meses, a alta chegou a 6,2%.

A indústria também apresentou resultados positivos, com um crescimento de 0,1% de um trimestre para o outro e 1,4% nos últimos 12 meses. O segmento extrativo foi o principal responsável por essa performance, com um aumento de 3,4% entre os trimestres.

O setor de serviços, que é o maior empregador da economia, teve um crescimento de 0,2% entre os trimestres e de 1,7% no acumulado de 12 meses. Os serviços de informação e comunicação, transporte, armazenagem e correio, além das atividades imobiliárias, foram os segmentos que mais contribuíram para esse crescimento, com variações de 2,1%, 1,1% e 0,2%, respectivamente. Por outro lado, o comércio não apresentou variação, mantendo-se estável em 0%.

Entretanto, alguns setores enfrentaram retração, como administração, defesa, saúde e educação públicas, que tiveram uma queda de 0,4%. Também as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados apresentaram uma variação negativa de 0,3%.

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