O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu recentemente uma questão de ordem apresentada por Flávio Dino. O ofício levanta preocupações sobre a imparcialidade de Edson Fachin, que preside a Corte, no que diz respeito à relatoria do caso que envolve Alexandre de Moraes e suas conversas com Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.
Dino e Gilmar argumentam que ao assumir a relatoria do caso de Moraes, Fachin teria cometido uma "avocatória", ao tomar para si um inquérito que estava sob a responsabilidade de outros ministros. Essa prática é vista como uma violação dos procedimentos normais de redistribuição de casos no STF.
No ofício, Flávio Dino sugere que, ao avocar o caso, Fachin deveria ter promovido a redistribuição da investigação em vez de mantê-la sob sua relatoria. A proposta de redistribuição foi oficialmente apresentada ao presidente do STF, Gilmar Mendes.
Essa situação levanta questões sobre a condução de processos judiciais e a manutenção da imparcialidade no âmbito do Supremo. O caso pode ter implicações significativas nas relações entre os ministros da Corte e na percepção pública sobre a integridade do sistema judiciário.
A matéria está em atualização e novos desdobramentos podem ocorrer conforme o andamento da situação.

