Para estudar nos Estados Unidos, o brasileiro precisa de um visto de estudante, normalmente o F-1 (cursos acadêmicos e de idiomas) ou o M-1 (cursos técnicos). Além dos formulários do governo americano, o processo envolve documentos acadêmicos e financeiros que, muitas vezes, precisam estar em inglês. A World Company explica onde a tradução juramentada para visto americano entra nessa jornada.
Como funciona o processo do visto F-1
O caminho segue uma ordem definida:
- Aceitação pela escola. A instituição precisa ser certificada pelo programa SEVP. Após a aprovação, ela emite o formulário I-20.
- Taxa SEVIS (I-901). É paga antes da entrevista, em site próprio do governo americano.
- Formulário DS-160. É o pedido de visto preenchido online.
- Agendamento. O estudante paga a taxa de solicitação e agenda a coleta biométrica e a entrevista no consulado.
- Entrevista. O oficial consular avalia se o candidato é estudante de fato, se tem recursos para se manter e se pretende voltar ao Brasil.
As regras passaram por mudanças recentes. Solicitantes dos vistos F, M e J, por exemplo, devem manter os perfis de redes sociais em modo público para consulta dos agentes consulares. Por isso, vale conferir as orientações atualizadas no site oficial da Embaixada e dos Consulados dos EUA no Brasil antes de começar.
Documentos normalmente pedidos
- Passaporte válido.
- Formulário I-20 emitido pela escola.
- Comprovante de pagamento da taxa SEVIS.
- Página de confirmação do DS-160 e comprovante da taxa de solicitação.
- Comprovação financeira: extratos bancários, declaração de imposto de renda, carta de patrocínio ou bolsa de estudos.
- Documentos acadêmicos: históricos, diplomas, certificados e resultados de testes exigidos pela escola.
- Comprovantes de vínculo com o Brasil, como emprego, matrícula ou família.
Onde entra a tradução
A tradução de documentos para os Estados Unidos aparece em dois momentos.
Na candidatura à escola. Universidades e colleges americanos analisam o histórico acadêmico em inglês. Muitas pedem tradução oficial ou certificada, e algumas exigem avaliação de credenciais feita por empresas especializadas, que também costumam pedir tradução completa. É nessa etapa que a tradução juramentada de histórico escolar se torna mais frequente.
Na entrevista consular. O oficial pode pedir documentos acadêmicos e financeiros. Ter versões em inglês facilita a análise. A tradução oficial dá segurança de que o conteúdo apresentado corresponde exatamente ao original.
Diploma e histórico: os campeões de pedidos
Para cursos de pós-graduação, a tradução juramentada de diploma costuma estar entre as exigências da instituição quando o documento original não está em inglês. O histórico deve trazer disciplinas, notas, carga horária e escala de avaliação, sem conversão de notas, que fica a cargo da instituição americana.
Se a universidade aceitar documentos emitidos diretamente em inglês pela instituição brasileira, a tradução pode ser dispensada. Vale confirmar essa possibilidade com o setor de admissões.
E a Apostila de Haia?
Em geral, o visto de estudante não exige apostila. Algumas instituições, porém, podem solicitá-la em diplomas ou certidões. A recomendação é seguir sempre a lista de exigências enviada pela escola.
Cuidados para não atrasar o visto
- Pedir a tradução logo após definir as escolas: a candidatura costuma vir antes do I-20.
- Deixar extratos bancários para a reta final, já que precisam ser recentes.
- Conferir se nomes nos documentos batem com o passaporte e corrigir divergências antes da tradução.
- Guardar o arquivo digital assinado e levar cópias organizadas à entrevista.
A World Company realiza a tradução juramentada de históricos, diplomas, certidões e documentos financeiros para o inglês. A orientação sobre o visto em si deve ser buscada nos canais oficiais do governo americano. Para pedir um orçamento, basta acessar o site.

