O fenômeno dos refugiados é um dos aspectos mais críticos das crises globais contemporâneas. Essas pessoas abandonam suas nações de origem devido a situações extremas como conflitos armados, perseguições e crises humanitárias que ameaçam suas vidas e integridade.
Os refugiados são definidos como indivíduos que SE veem obrigados a deixar seus países devido a riscos significativos à sua segurança. Essa condição SE distingue das situações de migrantes, que SE deslocam por escolhas pessoais, normalmente ligadas a questões econômicas, e dos deslocados internos, que permanecem dentro das fronteiras nacionais.
Um dos principais fatores que leva ao aumento do número de refugiados é a migração forçada resultante de guerras, que destrói a infraestrutura e coloca vidas em perigo. Essas circunstâncias forçam famílias a abandonarem suas residências rapidamente, pois a insegurança impede qualquer possibilidade de permanência.
Além dos conflitos armados, as perseguições de caráter político, religioso e social também são motivos que impulsionam pessoas a SE tornarem refugiados. Quando indivíduos enfrentam ameaças por suas crenças ou posições, a fuga SE torna a única alternativa viável, especialmente na ausência de proteção do Estado.
Crises humanitárias que comprometem as condições básicas de sobrevivência, como falta de alimentos e segurança, também contribuem para o aumento do número de refugiados. O colapso social resultante dessas crises dificulta a recuperação e provoca o deslocamento de grandes populações.
O processo de deslocamento dos refugiados inclui o pedido de asilo em outro país, onde as autoridades locais avaliam SE a pessoa SE enquadra nos critérios para ser reconhecida como refugiada. Esses indivíduos possuem direitos garantidos pelo direito internacional, que incluem acesso à proteção, educação e saúde, embora a implementação prática desses direitos possa variar.

