O presidente Lula (PT) não participará dos atos do Dia do Trabalhador nesta sexta-feira (1º). Será o segundo ano consecutivo em que o petista se ausenta das mobilizações organizadas pelas centrais sindicais.
A ausência ocorre na mesma semana em que o governo enfrentou derrotas significativas: a rejeição histórica da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada de vetos ao PL da Dosimetria.
Em 2025, Lula já havia evitado participação em eventos públicos após desgaste político. Outro motivo é que, em 2024, o último ato de 1º de Maio com a presença do petista teve baixa adesão. Realizado em um estádio em São Paulo, o evento teve até mesmo cobrança pública de Lula ao então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macedo, pelo esvaziamento.
O Palácio do Planalto não comentou os motivos da ausência de Lula neste ano. O presidente permanecerá em Brasília e não tem compromissos públicos previstos para a data.
O governo será representado no 1º de Maio pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, que participa de ato em São Bernardo do Campo (SP), ao lado do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e do presidente do PT, Edinho Silva.

