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Polícia Federal investiga relação entre Jaques Wagner e Guga Lima por suspeitas de corrupção

A Polícia Federal identificou uma relação próxima entre Jaques Wagner e Guga Lima, com indícios de recebimento de vantagens econômicas indevidas. O monitoramento do celular de Wagner revelou ligações e interações que levantam suspeitas sobre corrupção ativa.

A Polícia Federal (PF) iniciou investigações em torno de Jaques Wagner, apontando para possíveis recebimentos de vantagens econômicas indevidas, tanto direta quanto indiretamente, através de familiares e pessoas de confiança. A relação de Wagner com Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro e CEO do Master, é descrita como antiga e próxima, com um elevado grau de confiança, o que levou o senador a defender os interesses do banqueiro no Congresso Nacional.

A representação da PF destaca que foram registradas 74 ligações entre Wagner e Augusto Lima entre novembro de 2023 e maio de 2025. As investigações incluem uma série de evidências, como mensagens, áudios, chamadas de voz e encontros presenciais, além de deslocamentos em aeronaves.

Para facilitar o recebimento de propinas, Wagner supostamente utilizava o enteado Eduardo Sodré Martins, sua esposa Bonnie Toaldo Bonilha, e o operador Valério Marega Júnior. O pai de Eduardo, Guilherme Sodré Martins, conhecido como Tio Guiga, também estaria envolvido na estrutura criminosa.

Por outro lado, a PF identificou como operadores do esquema, por parte de Guga Lima, o advogado Daniel Monteiro, o empresário Luiz Antonio Lombardi e André Lima Novaes, prima do banqueiro. As ações da PF visam esclarecer a profundidade das relações e os possíveis crimes cometidos.

Além disso, a PF registrou um encontro “discreto” entre Messias e Guga Lima, o que pode ser um indício adicional das interações suspeitas entre os envolvidos. As investigações continuam, buscando mais evidências que possam corroborar as suspeitas levantadas até o momento.

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