Recentemente, o filme 'Elize: Sombras de Uma Mulher' estreou na Netflix, relembrando o crime cometido por Elize Matsunaga contra seu esposo, o empresário Marcos Matsunaga. Além dessa produção, a história de Elize já foi explorada em outras obras, destacando-se a série 'Tremembé', disponível no Prime Video. Esta série investiga a vida de criminosos notórios que cumpriram pena na penitenciária de Tremembé, em São Paulo, e Elize é uma das personagens centrais.
Elize Matsunaga assassinou seu marido e desmembrou o corpo, abandonando as partes em Cotia. O casal começou a viver junto em 2007, casando-se oficialmente em outubro de 2009. No entanto, a relação começou a se deteriorar em maio de 2012, quando Elize buscou um advogado para discutir a possibilidade de divórcio. O filme, que estreou no dia 22 de julho de 2021, não apenas narra a trajetória de Elize, mas também oferece uma interpretação do que pode ter ocorrido, segundo a protagonista, Lorena Comparato.
Lorena, que interpreta Elize, destaca que, embora tenha vivido intensamente a experiência da personagem, não cabe a ela julgar as decisões de Elize. O longa é baseado na visão do diretor Felipe Vellas e dos roteiristas Raphael Montes e Mariana Torres sobre os eventos que cercaram o crime. Já a série 'Tremembé' oferece uma perspectiva diferente, focando na vida de Elize após sua condenação, incluindo sua rotina no presídio e as interações com outras detentas, como Sandrão, com quem teve um relacionamento amoroso.
Outra representação do caso é a série documental 'Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime', disponível na Apple TV, que analisa as investigações e os desdobramentos do homicídio. O assassinato de Marcos Matsunaga ocorreu em maio de 2012, quando Elize confessou ter matado e esquartejado o marido, recebendo uma pena de 19 anos de prisão. Na ocasião, o corpo foi dividido em partes e deixado em malas em uma área de mata em Cotia.
Elize alegou que o crime foi motivado após uma briga, decorrente de traições descobertas por meio de um detetive particular. Laudos periciais indicaram que Marcos ainda estava vivo durante o início do esquartejamento, e a causa da morte foi identificada como asfixia resultante da degola. Elize cumpriu parte de sua pena no presídio de Tremembé e posteriormente foi transferida para o regime aberto. Atualmente, busca reconstruir sua vida em liberdade condicional e tenta ter contato com a filha de 16 anos, que reside com os avós paternos.

