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2026 em retrospectiva: os filmes que marcaram o ano no cinema

De A Odisseia, de Christopher Nolan, ao brasileiro Feito Pipa, o ano reuniu blockbusters autorais, terror inventivo e boas surpresas nacionais Com o ano entrando na reta final, já é possível desenhar o retrato de 2026 no cinema. Depois de uma temporada de prêmios dominada por Uma Batalha Após a Outra e Pecadores, os lançamentos […]

De A Odisseia, de Christopher Nolan, ao brasileiro Feito Pipa, o ano reuniu blockbusters autorais, terror inventivo e boas surpresas nacionais
Com o ano entrando na reta final, já é possível desenhar o retrato de 2026 no cinema. Depois de uma temporada de prêmios dominada por Uma Batalha Após a Outra e Pecadores, os lançamentos inéditos mostraram fôlego em várias frentes: grandes estúdios apostando em diretores autorais, o terror seguindo em alta e o cinema brasileiro mantendo presença nas listas de destaques.
Os grandes destaques
A Odisseia – Christopher Nolan levou o poema épico de Homero às telas com locações reais e câmeras IMAX, em um espetáculo que remete aos épicos à moda antiga.
Devoradores de Estrelas – A ficção científica estrelada por Ryan Gosling, sobre um professor que acorda sozinho em uma nave espacial a anos-luz da Terra, apareceu em diversas listas de melhores do ano por equilibrar ciência e emoção.
Dia D – Steven Spielberg voltou à ficção científica com um suspense sobre a tentativa de revelar ao mundo a existência de alienígenas, com Emily Blunt no elenco.
O Drama – Robert Pattinson e Zendaya vivem um casal cuja contagem regressiva para o casamento sai do controle, na sátira de Kristoffer Borgli.
Toy Story 5 – Andrew Stanton conduziu o retorno dos brinquedos da Pixar com uma trama que coloca a nostalgia em diálogo com novas formas de brincar.
Obsessão – O terror de Curry Barker, sobre um jovem cujo desejo de ser amado pela melhor amiga é atendido da pior maneira possível, foi uma das surpresas do gênero.
Destaques brasileiros
Ato Noturno – Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, de Tinta Bruta, acompanham um ator de teatro de Porto Alegre às voltas com a chance de estrelar uma grande série, em diálogo com os thrillers dos anos 1970 e 1980.
Feito Pipa – O drama de Allan Deberton, que chega aos cinemas em novembro, acompanha Gugu, um menino de 11 anos do interior do Nordeste que não cabe em rótulos, vivido por Yuri Gomes.
No circuito de festivais, a coprodução brasileira Elefantes na Névoa recebeu o Prêmio do Júri da mostra Um Certo Olhar, em Cannes. A Palma de Ouro ficou com Fjord, do romeno Cristian Mungiu, com estreia prevista no Brasil para 2027.
Para revisitar os destaques e conferir as notas de cada lançamento, as críticas publicadas no overflix.com.br ajudam a montar a lista de pendências antes da virada do ano.
Se 2026 deixou uma lição, é que público e crítica ainda se encontram quando o cinema aposta em ideias originais, inclusive dentro das grandes franquias.

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