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Imóvel onde ocorreu crime de Marcos Matsunaga é colocado à venda com desconto

O apartamento em que Marcos e Elize Matsunaga viveram está sendo oferecido por R$ 2,8 milhões, valor 30% inferior ao de mercado. O local possui um quarto do pânico, projetado para segurança em situações de risco.

O apartamento que foi lar de Marcos e Elize Matsunaga, local do crime que chocou o Brasil, está disponível para venda por R$ 2,8 milhões. Este valor representa um desconto de aproximadamente 30% em relação ao preço de mercado. O imóvel, situado em São Paulo, destaca-se por ter um quarto do pânico, um espaço oculto atrás de um armário, projetado para oferecer segurança em casos de emergência.

O quarto do pânico é equipado com portas blindadas e um sistema de climatização independente, além de uma linha telefônica exclusiva para situações de risco. O apartamento, construído em 1990, possui características que incluem uma piscina privativa, sauna seca, sala de descanso, adega climatizada e cinco suítes. Também dispõe de quatro vagas de garagem e dois depósitos no subsolo, com vistas panorâmicas da cidade.

Marcos Matsunaga, empresário e herdeiro da Yoki, foi assassinado em 2012 pela esposa, Elize Matsunaga. Após confessar o crime, Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e 1 dia de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A motivação do crime, Segundo Elize, foi uma discussão gerada por traições do empresário, durante a qual ela disparou contra ele.

As investigações revelaram que Marcos ainda estava vivo quando foi esquartejado, e a causa da morte foi identificada como asfixia, decorrente da degola. Este caso ganhou nova atenção após ser retratado no filme "Elize: Sombras de Uma Mulher", lançado recentemente na Netflix.

Atualmente, o apartamento pertence aos pais de Marcos Matsunaga, que enfrentam dificuldades para concretizar a venda, especialmente quando os potenciais compradores descobrem que o local foi cenário de um dos crimes mais notórios do país. As tentativas de negociação geralmente são interrompidas devido a esse estigma associado ao imóvel.

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